As palavras de Marta pairaram no ar, e Zara permaneceu em silêncio por alguns segundos. Então, ela soltou uma risada. Mas o som de seu riso fez as sobrancelhas de Marta se franzirem.
— Então, você ainda o ama. — Zara disse suavemente.
Foi uma frase simples, dita quase casualmente, mas que fez com que a mão de Marta se cerrasse instintivamente.
— Eu não vou culpá-la. Mas, da mesma forma, jamais o perdoarei. — Zara colocou a xícara de café de volta na mesa com calma. — Se não fosse pelas pre