A Fazenda Bela Vista ainda estava vazia.
As paredes cheiravam a tinta fresca, as caixas da mudança ocupavam metade da sala e mesmo assim, Maytê nunca havia sentido tanta paz.
Naquela manhã, ela acordou cedo, abriu as portas da varanda e deixou o vento invadir a casa.
O canto dos pássaros substituía o barulho dos carros, era um silêncio diferente.
Um silêncio que acolhia.
Gustavo apareceu logo depois, ainda com os cabelos bagunçados.
— Você acordou faz tempo?
— Tempo suficiente para descob