A manhã começou como qualquer outra, o sol atravessava as cortinas da Fazenda Bela Vista.
O cheiro de café recém-passado se espalhava pela cozinha.
Maytê cantarolava baixinho enquanto preparava o café da manhã, Gustavo apareceu alguns minutos depois, ainda sonolento.
— Bom dia.
— Dormiu bem? — perguntou, sorrindo.
— Pela primeira vez em muito tempo. — se aproximou por trás dela e a abraçou pela cintura — Acho que finalmente encontramos nosso lugar.
— Também acho. — concordou, encostando a