A manhã de segunda-feira começou diferente, o Grupo Ferraresi parecia funcionar normalmente.
Funcionários caminhavam pelos corredores carregando pastas, reuniões aconteciam atrás de portas de vidro e o som constante dos elevadores preenchia o prédio.
Por fora, tudo era exatamente como sempre. Por dentro, Gustavo já não confiava em ninguém.
Ele entrou em sua sala acompanhado de Henrique e fechou a porta, sobre a mesa estavam espalhadas todas as descobertas das últimas semanas. A carta de Augusto,