O posto de combustível deixou de parecer um lugar seguro, depois da fotografia enviada ao celular de Henrique, qualquer pessoa podia ser o inimigo.
O frentista, mulher que tomava café na lanchonete, o caminhoneiro parado na bomba ao lado. Todos pareciam suspeitos.
Gustavo respirou fundo.
— Precisamos sair daqui. Agora.
Clara ainda segurava a fotografia, olhava para Helena como se tentasse despertar uma lembrança esquecida, mas nada vinha. Apenas uma sensação estranha, como se já tivesse visto a