Seda Vermelha, Mundo Errado
Sara subiu os degraus lisos do grande salão, o tecido vermelho envolvendo-a a cada inspiração. A palma da mão de Alexander repousava em sua coluna, o aperto firme apesar da abertura em seu vestido. Brilhos intensos surgiam ao redor deles, pessoas gritando seu nome. Ela inclinou o rosto para cima, as joias saltando em suas bochechas, mas seus dedos livres apertavam a pequena bolsa até que a borda marcasse sua pele.
Lá dentro, lustres derramavam luz como gelo em plena