Cristina
Na cama, encarei o teto escuro esperando pelo sono que não vinha. Apanhei o celular sobre a mesinha entre as camas de solteiro e olhei as horas. Passava das dez e meia. Era difícil dormir sentindo o desejo queimar dentro de mim e saber que o motivo estava tão perto.
Vagarosamente, levantei-me saindo do quarto. Pé por pé, desci os degraus. Aproximei do sofá e olhei para baixo. Cillian estava deitado e de olhos fechados. A sua respiração era lenta. Ela já havia dormido.
Ainda na ponta