MARÍLIA NARRANDO:
Eu queria acreditar, mas sabia que ele estava apenas tentando me acalmar. Antes que eu pudesse dizer algo, Edilena e tia Celina entraram na sala, nos fazendo afastar um pouco. Não queria que elas percebessem minha tensão, então apenas fingi que nada estava acontecendo.
Igor ficou na cobertura o dia todo, mas sempre na varanda, ao telefone. As portas eram blindadas e, com o vento forte, não dava para ouvir o que ele dizia. Mas era óbvio que ele estava tentando arrumar o que fal