GUERO NARRANDO:
Passei a mão pela testa, tentando processar tudo. A merda já estava feita, mas o estrago parecia não ter fim. Olhei para a tela do celular jogada na mesa, onde as notificações continuavam a brilhar, como pequenos lembretes da minha própria estupidez.
O rosto do meu pai queimava minha mente, já podia imaginar a reação dele. E minha mãe? Se ela soubesse...
— Não vou atender meu pai agora. Não dá pra lidar com isso. Minha mãe, com certeza, vai pedir minhas bolas pra ele. — Joguei