Clara Bennett:
Depois de alguns minutos em silêncio, apenas sentindo nossas respirações misturadas, ergui a cabeça do peito de Thomas. Meus olhos ainda estavam marejados, brilhando com prazer e exaustão.
— Thomas… — murmurei, a voz ainda rouca — eu preciso ir pra casa. Minha Sukita precisa de mim.
Vi o aperto em seu olhar, como se quisesse me prender ali para sempre. Mas ele apenas assentiu, mesmo contrariado.
— Claro, princesa. Vou te levar.
Sorri de leve, ainda tomada pelas sensações do que h