Isabella Parker
O primeiro som que ouvi ao despertar foi o bip ritmado de um monitor cardíaco. Cada som parecia atravessar minha cabeça, ritmando uma realidade que eu não queria encarar. A claridade da enfermaria me fez piscar várias vezes antes que eu entendesse onde estava. Um hospital.
O cheiro de antisséptico, o ar frio e a textura áspera do lençol sob meus dedos formavam um cenário que me trouxe de volta à consciência lentamente — e com ela veio a lembrança, em uma avalanche impossível de