EPÍLOGO
Isabella Parker
O velório de Andrew foi silencioso, quase desolador. A igreja parecia engolir a pouca luz do entardecer, e o cheiro de flores murchas misturado à cera queimada das velas, carregava um peso sufocante. A presença dele já não causava choque, mas a ausência de qualquer outro familiar ou amigo deixava um vazio estranho, frio, quase cortante. Apenas sua mãe estava ali, sentada sozinha, o semblante marcado pelo luto e pelo peso de decisões que ela não pôde impedir. Observando d