Andrew Collins
A noite tinha sido perfeita: luzes baixas, uma garrafa de champanhe do tipo que se abre uma vez na vida, música discreta ao fundo e a sensação — tão doce quanto perigosa — de que eu controlava tudo. Enquanto observava Isabella ao meu lado, o rosto pálido sob o brilho da mesa, senti a vitória se instalar como um metal frio no peito. Para todos os efeitos, a cidade acreditaria no que eu construía: o noivo impecável, o futuro feliz, o contrato social que amarrava casamentos e fortun