Gael Dvorak
Depois de horas procurando, encontramos papai dormindo tranquilamente no coreto de uma praça perto da nossa casa. Quando tentamos acordá-lo ele ficou resmungando que queria uma flor, até que despertou completamente, confuso por não se lembrar de como chegou ali.
O levamos para casa, para o quarto. Mamãe ficou cuidando dele e aguardando o Vitor, seu primo e médico da família.
Olhei o relógio no meu pulso. Quase onze da manhã.
— Droga! Espero que ela esteja me esperando. — Precisava c