A criança em meus braços estremeceu. Ninei-a cautelosamente para que não chorasse. Pra minha sorte, ela continuou a dormir.
Minhas pernas estavam trêmulas. Me virei devagar para ver o que estava acontecendo.
Aquele homem estava caído no chão, bem na frente do galpão. Uma poça de sangue escorria à sua volta. Foi impossível não lembrar da cena dos meus pais.
Outros dois carros apareceram e, a partir daí, foi só disparos e mais disparos.
Saí apressada, tentando evitar que eu ou a criança fôssemos