O dia amanheceu e eu continuava olhando para o teto. Não consegui dormir.
Mais uma vez o pesadelo me assombrou. E, misturado a ele, o choro daquele menino ecoava na minha cabeça.
Levantei cedo. Antes mesmo do café, precisei preparar a mamadeira.
Onde eu tinha me metido?
O que exatamente eu estava fazendo?
Eu sempre me virei sozinha, agora era obrigada a cuidar de uma criança.
Ele acordou pouco depois. Tomamos café — se é que se pode chamar de café a correria entre colheradas e pequenos respingo