Eram duas da manhã e, mais uma vez, eu estava sem dormir, olhando fixamente para o teto, enquanto as palavras daquele homem ecoavam na minha mente.
— Além de te pedir desculpas, eu também gostaria de te oferecer um emprego.
Lembrei-me da minha expressão propositalmente desentendida. Fingindo desinteresse, cheguei até a sorrir naquele momento.
Mesmo ele me oferecendo a chance perfeita de entrar de vez naquela mansão e acabar com ele de uma vez por todas.
Eu me fiz de durona, disse que precisava