Melina passou a madrugada inteira acordada.
Não em desespero.
Em vigília.
Havia um tipo específico de silêncio que só existia antes de decisões irreversíveis. Não era paz. Era o instante em que a mente aceita que algumas consequências não serão evitadas — apenas escolhidas.
O relógio marcava 04h36 quando ela se levantou da poltrona da sala da HEM.
O mapa ainda estava aberto na tela.
Menos pontos.
Mais conexões ocultas.
Ela tocou em um deles.
— É aqui — murmurou.
Às seis da manhã, Clara foi conv