Mundo de ficçãoIniciar sessãoHospital, Recife. 06h02.
O monitor apitava num ritmo lento. Regular. Quase poético.E então, ele piscou.Kauan mexeu os dedos. Depois o ombro. Os olhos se abriram devagar, pesados. O teto branco do hospital o recebia com um silêncio ensurdecedor.— Você voltou, porra… — sussurrou a enfermeira, emocionada.Mas ela não ligou para a central.Ligou direto para o número que estava marcado como “EMERGENCY (M)”.---Na sede da H






