Mundo de ficçãoIniciar sessĂŁoHospital, Recife â 03h48.
Kauan encarava o teto outra vez. O mesmo teto. A mesma luz. Mas agora, o silĂȘncio nĂŁo era paz â era ruĂdo. A enfermeira trocava os curativos, mas ele nĂŁo ouvia. O som que reverberava na cabeça dele era o do metal retorcendo, da explosĂŁo tomando conta, do tempo parando por um segundo antes da dor. E entĂŁo, do nada: â Onde foi? A enfermeira parou. â PerdĂŁo?






