Capítulo 5

Atravessei o quarto sem pressa.

Coloquei Rafaela com cuidado sobre os lençóis.

Por alguns segundos, apenas fiquei ali, olhando.

O cabelo escuro espalhado pelo travesseiro, a pele ainda aquecida, o olhar que me encontrava sem desviar…

Desci beijando seu corpo, traçando um caminho pelo seu ventre até alcançar sua vagina.

No primeiro toque da minha língua, o silêncio do quarto foi quebrado por um suspiro profundo.

— Ah... Andrew... — ela arfou, as mãos buscando o lençol.

Intensifiquei o ritmo, explorando-a.Os sons dela se tornaram urgentes.

Ela gemia, o corpo arqueando em direção à minha boca.

Quando ela finalmente gozou, eu me levantei, ficando de joelhos entre suas pernas. Meu pau, grande e marcado por veias, estava no limite. Posicionei a cabeça dele na entrada da vagina dela, pincelando a glande lentamente contra sua abertura que estava úmida, sentindo cada pulsação encontrar a dela. Entrei de uma vez.

Senti que ela me apertava com tanta força que era quase impossível me mover.

— Relaxa, meu amor... — sussurrei, a voz rouca. — Tenta soltar o corpo para mim. Você está muito apertada...

Comecei o movimento lento, saindo quase todo e voltando a empurrar, sentindo a musculatura dela ceder ao meu ritmo. Inclinei-me e abocanhei um de seus seios, sugando o mamilo enquanto meu pau entrava e saía, apertado demais.

— Você é tão perfeita... — gemi contra a pele dela. — Minha... você é minha esposa agora, Rafaela. Eu te amo tanto que chega a doer.

O ritmo se tornou desesperado. Eu sentia as paredes dela pulsarem ao redor do meu pau. Era o orgasmo dela voltando, e o aperto era tão surreal que eu sabia que não teria tempo de tirar — e eu não queria.

Eu tentava segurar, queria curtir cada segundo, prolongar a sensação de estar dentro dela até o amanhecer, mas era impossível.

— Rafaela... deixa eu gozar dentro? — pedi com um rosnado, e a resposta veio no aperto que ela me deu.

Ela se inclinou, puxando meu rosto para a curvatura do seu pescoço, e sussurrou bem ao pé do meu ouvido, com a voz embargada por um gemido longo.

— Ahhh... eu estou gozando, Andrew... agora... junto com você...

O hálito quente dela na minha orelha e o anúncio do seu prazer me fizeram perder o resto de sanidade que eu ainda tentava manter. Sem pensar em mais nada, segurei seus quadris com força e me joguei para frente.

Eu me enterrei nela até a raiz, sentindo o exato momento em que os jatos quentes começaram a inundar o interior dela. Estávamos em uma sincronia absurda, gozando juntos em uma explosão que parecia não ter fim.

Ficamos alguns minutos abraçados.

Eu a beijava devagar, sem pressa, sentindo as batidas dos nossos corações se acalmarem pouco a pouco.

Rafaela estava encaixada em mim, o corpo ainda quente, a respiração suave contra meu peito.

Passei a mão pelos cabelos dela, afastando algumas mechas do rosto.

— Está tudo bem? — perguntei, baixo.

Ela levantou o olhar, um sorriso discreto tocando os lábios.

— Melhor do que eu imaginava… — respondeu, sincera.

Soltei um leve sopro de ar, quase um riso contido, e beijei sua testa.

— Ainda bem — murmurei.

Com cuidado, me afastei o suficiente para me levantar da cama. Peguei o roupão no encosto da poltrona e o vesti de qualquer jeito antes de caminhar até o bar da suíte.

Servi duas doses.

Quando voltei, ela estava sentada na cama, o lençol cobrindo parte do corpo, os cabelos levemente desalinhados, o olhar mais tranquilo… mas ainda profundo.

Entreguei o copo a ela.

Antes que ela levasse o dela aos lábios, segurei o meu no ar por um instante.

Olhei para ela e sorri.

Um sorriso verdadeiro, leve… raro.

— Uma dose… — comecei, a voz baixa — pra comemorar a nossa vida a dois que começa aqui.

Os olhos dela suavizaram na mesma hora.

E então ela sorriu também.

Erguemos os copos juntos, o cristal tocando em um som que pareceu ecoar mais do que deveria naquele silêncio.

Viramos a dose.

O líquido desceu quente, mas não tanto quanto o que já existia entre nós.

Levantamos quase ao mesmo tempo, em silêncio.

No banheiro, o som do chuveiro voltou a preencher o espaço, mas diferente de antes…

Corpos próximos, movimentos lentos, toques que não precisavam provar nada.

Quando voltamos para o quarto, o cansaço finalmente nos encontrou.

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