Continuei golpeando a fuselagem com o pedaço de ferro usando a pouca força que ainda me restava. A cada impacto, minha visão escurecia um pouco mais, mas eu me recusava a parar. Aquela luz era a única esperança que eu tinha de sair dali vivo.
De repente, o ronco de um motor se aproximou.
O som ficou cada vez mais forte até parar ao lado dos destroços. A luz iluminou a aeronave destruída e, por alguns segundos, tudo ficou em absoluto silêncio.
Então ouvi passos afundando na neve.
— Tem alguém aí