A porta bateu com força atrás dela, e o som reverberou pelo quarto como um estilhaço tardio do que acabara de acontecer. Por alguns segundos, permaneci imóvel, encarando o vazio, enquanto uma única pergunta se repetia com brutal clareza: que merda eu estava fazendo?
Passei a mão pelo rosto, sentindo o mundo girar de leve, não pela bebida, mas pelo peso da consciência. Levantei-me e caminhei até o aparador, onde uma garrafa de uísque descansava como uma promessa silenciosa de alívio. Servi uma d