O resto do dia seguiu entre decisões, reuniões, prontuários e o peso constante do bloco cirúrgico.
Quando a noite caiu, antes de ir embora, passei mais uma vez pelo quarto da paciente vinda do Egito. Ela estava sendo monitorada. O som contínuo dos aparelhos preenchia o silêncio com uma tensão quase palpável. Ao lado da cama, observei novamente os relatórios e as imagens — as mesmas que eu já havia analisado inúmeras vezes.
A condição dela não permitia margem de erro.
Revisei mentalmente cada et