O silêncio que se seguiu à menção do nome de Adelaide Oliver era tão denso que Amélia sentia dificuldade em respirar, havia tanto peso naquele nome. Demétrio estava sentado diante dela, mas parecia estar a quilômetros de distância, perdido em um labirinto de memórias que ele claramente preferia manter enterradas. A chuva em Belém continuava seu lamento contra o vidro, servindo de trilha sonora para a destruição de tudo o que Amélia achava que sabia.
— Adelaide, quem é essa mulher? —