Eram cerca de 23h quando Ana escutou batidas vindas da porta onde era mantida presa. A voz de Théo ecoou em seus ouvidos. Estava sentada sobre a cama, com os braços em torno das pernas. As lágrimas banhavam seu rosto. Não queria vê-lo naquele momento, mas ele insistia em chamá-la.
— Ana, sei que está furiosa comigo. Mas eu juro que não sabia de nada disso! Meu pai sempre foi um homem impulsivo, mas eu não fazia ideia de que ele seria capaz de tanto. Tentei convencê-lo mais uma vez e... eu sinto