Tinham me levado para uma espécie de salinha médica improvisada. Uma maca, um biombo, uma maleta de primeiros socorros, duas cadeiras de metal e um ar-condicionado tão gelado que parecia decidido a me castigar por todos os pecados que eu tinha cometido naquela noite.
Eu tinha sido atendida. Estava bem.
Se é que podia mesmo ser considerado “estar bem” ficar completamente descabelada, com o vestido molhado de água de chão de banheiro, o rosto quente de raiva e humilhação, e um galo começando a na