558. GERÓNIMO, APANHADO
Eu observo por onde vamos, contando os quarteirões que percorremos. Finalmente paramos. É uma porta meio escondida que dá para um café normal. Já sei onde estou. Mas não ficamos ali; avançamos por todas as salas de sexo até chegar a uma privada. Pelo som das ondas, sei que fica ao lado do mar.
—Gerónimo, não te vejo bem. Tens certeza de que não queres a medicina? —pergunta novamente o chefe.
—Estou bem, onde é o banheiro? —pergunto e me levanto.
—Essa porta que está ali. Você, acompanhe