555. DE VOLTA A ROMA
Finalmente subimos no helicóptero. O barulho dentro é ensurdecedor, mas não é suficiente para afogar os pensamentos na minha cabeça. Enquanto o aparelho se eleva lentamente, não deixo de olhar pela janela, para a floresta, agora reduzida a uma vista tênue e impenetrável. Meu coração está lá embaixo, preso entre as sombras e o perigo.
—Papai, e se pegarem o Gerônimo? —murmuro,