448. CONTINUAÇÃO

Fabrizio me aperta o ombro, e eu sei o que ele quer me dizer sem palavras: calma, primeiro calma. Mas neste momento, a calma é um luxo que meu coração não pode se permitir.

—Leve-me até ela, Colombo —ordeno, levantando-me e deixando o copo de lado—. Quero vê-la agora mesmo.

—Dê ouvidos a Colombo, meu irmão. É muito tarde e ela deve estar dormindo —diz Fabrizio—. Amanhã de manh&ati
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