Antes que eu possa protestar, ele segura meu pulso, virando minha mão com força suficiente para me fazer sentir a pulsação que corre sob minha pele. Seus dedos deslizam sobre minha veia, a pressão leve, mas sua intenção é cortante como uma lâmina.
— Aqui corre sangue 'Ndrangheta. — Sua voz é um sussurro afiado, mas ainda assim reverbera como um trovão na sala.
Em um movimento rápido, ele vira o próprio pulso, exibindo a pele marcada por sua linhagem, como se fosse uma prova irrefutável.
— Aqui