POV AMÁLIA
Fiquei horas trancada naquele quarto depois que Naya saiu, sentada no canto da cama, com a manga do vestido puxada até o pulso para esconder aquela marca maldita.
As coisas já não estavam dificeis o suficiente, né, vida?
A comida que ela tinha deixado esfriou em cima da mesa, mas não consegui engolir nada. Meu estômago revirava toda vez que lembrava da frase no peito do guarda, da voz no meu sonho, das garras no chão que Naya cobriu com um tapete velho e do jeito que ela empalideceu