Olhei na direção dele, finalmente e a sensação foi de que meu corpo queimava por dentro, como se o sangue tivesse sido fervido, eletrocutando-me por cada veia que passava.
— Ok, se precisarem de alguma coisa, podem me chamar. Fiquem à vontade.
Virei as costas e senti a mão dele, forte, me puxando de volta. Não me desvencilhei do toque de seus dedos no meu pulso.
— Liah, é possível pagar para ter você comigo, à mesa?
Enruguei a testa, confusa. Precisava ser perspicaz no que responder. Ficamos n