Cateline chorava.
Uma mão apertava a barriga, como se tentasse conter algo que a rasgava por dentro, enquanto a outra buscava apoio em meio às lascas e fissuras do piso. Seus ombros tremiam violentamente, e a respiração vinha em arfadas curtas, entrecortadas de dor.
Dariel a viu assim, frágil, caída.
As criaturas de pesadelos irromperam das sombras como vultos demoníacos. Espalharam-se rapidamente, rompendo as paredes, suas formas mutantes rastejando e uivando. O cheiro de podridão dominou o ar