A aula foi bem cansativa, e quando cheguei em casa, Carlinha ainda estava acordada. Assim que me viu, ela correu e pulou no meu colo. Olhei para Matheus, que estava sentado no sofá, sorrindo.
— Não me olha assim, ela quis te esperar — explicou ele, dando de ombros.
— E você, como um bom pai, não a colocou na cama? — perguntei, cruzando os braços.
Ele soltou uma risada baixa.
— Essa menina é igual a você, uma pestinha. Mandei deitar três vezes, mas ela não quis.
— Mamãe, não briga com o papai! —