Por Maria Clara (Macla)
O sol estava escaldante naquela tarde, mas o riso de Carlinha fazia qualquer coisa valer a pena. Ela corria na minha frente, os cachinhos balançando enquanto ela brincava de não pisar nas linhas do calçamento. A gente descia o morro tranquilamente, como duas amigas – ou quase mãe e filha, dependendo de como se olhava. Carlinha tinha uma energia contagiante, e estar ao lado dela era como uma pausa nos problemas do mundo.
— Vamos logo, tia Macla! Quero pegar o maior sorvet