Continuação:
O desespero tomava conta de mim ali no momento, aquela expressão de Hugo eu nunca tinha vista fechei os olhos e comecei a rezar sem parar até que alguém abriu a porta e virou o colchão abrir os olhos e era ele, estava sujo de sangue.
- Ainda bem que acabou, tu se machucou? isso é sangue- pergunto aterrorizada.
- Tô bem!- ele diz frio.
- Tem certeza?- pergunto vendo aquele sangue vivinho nas mãos dele.
- Eu já disse que tô bem! Bruno vai te levar em casa e não sai de lá- ele diz.
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