Mundo de ficçãoIniciar sessãoHugo teve que viver por anos com uma culpa que não era sua, ser acusado pela morte do pai o feria por todos esses anos e ainda ser preso por isso, teve que conquistar voz dentro do sistema e aguentar as diversidades dentro da cadeia mas tudo mudará quando ele encontrar o Amor em uma visita íntima e acaba descobrindo toda a verdade sobre a morte do pai quando o mesmo retorna ao morro.
Ler maisMORRO DO ALEMÃO.
Sou Lk dono do Morro do alemão, respeitado por muitos e o Terror de todos os inimigos, tenho dois filhos Hugo e Yuri, tenho minha fiel Bárbara, dou tudo pela minha família meus filhos faço andar pelo certo morô, meu filho Hugo é meu orgulho faz por onde no bagulho, já Yuri faz tudo errado me dar mó dor de cabeça tem muito que aprender meu filho.– Pega na arma direito Yuri- digo posicionando a arma na mão dele.– Tô tentando pai!- ele disse.– Olha para Hugo, o jeito que ele pega a glock.– Assim não, Yuri como que tu vai usar uma arma travada tá louco! Quer matar um morador? Até tu mesmo- falei com raiva ele não sabia pegar nem em uma arma direito.– Eu já disse que tô tentando pai!- ele disse até escutar os tiros, Hugo acertou todas as latas.– Boa garoto! Foco sempre- falei saindo de perto dele.– Yuri vai conseguir pai- ele disse olhando para Yuri que saiu com raiva.– Deixa ele é novinho ainda- eu disse e Hugo estava cada vez mais parecendo comigo e isso me dava mó tranquilidade em saber que se eu morrer minha quebrada vai ficar dele e Yuri também né.Era dia de baile na favela tava suave, minha favela tava em paz , minha mulher já estava lá então eu fui na minha goma pegar mais malote, entrei em casa peguei a grana até que sou surpreendido com um tiro no peito, fui decaído sentindo meu peito pulsar e ao mesmo tempo que sentia a dor, minha vista começou a falhar, as lágrimas desciam do meu rosto, assim também como eu estava me engasgando com meu sangue.– Porquê?- perguntei com minha visão escurecendo e logo tudo se apagou.Hugo Narrando.Era dia de baile mas eu tinha que fazer meus corres, tinha que pegar um carregamento de armas e drogas para fortalecer a favela, meu coroa tava no baile junto com minha mãe então eu tava suave, sair do morro de carro vidro fumê para ninguém ver minha lata, cheguei no local determinado paguei pelas as armas e pela as drogas tava indo para o Morro até que sou fechado bem na avenida os vermes parou o carro eu não podia revidar tava desarmado e eu se eu revidar eu morro aqui mesmo, então sair do carro com as mãos para o alto me rendendo não tinha jeito tá ligado! Até que eles me coloca deitado sobre o capô do carro me algemando.– Vagabundo ta preso por tráfico de drogas, porte ilegal de arma, e homicídio- ele disse e eu arregalei os olhos.– Ta louco jão? Que homicídio- perguntei.– Cala a boca!- ele disse me dando um tapa.– Ta me tirando não matei ninguém não- eu disse até sentir o murro na costela.– Esse que e o assassino de Lk?- um que saiu do carro perguntou.– Lk? Que Lk?- perguntei com medo da resposta.– Lk do Alemão vai me dizer que não sabe tu deu um tiro no peito dele- Tá louco tio! Tu tá querendo dizer que eu matei meu próprio pai? Conta outra ladrão- digo.- Ladrão é o caralho- ele me deu um tapa.- Tu matou Teu pai, bora desce com ele- ele disse me jogando no camburão do carro armaram para mim.Sou levado para a delegacia e indiciado por crime que não cometi meu pai morto e eu não sabia quem o matou e colocaram a culpa em cima de mim, ninguém veio me ver logo sou condenado 20 fechadão em outro estado, pode passar mil anos mais vou matar quem tirou meu pai de mim e fez uma covardia dessa comigoGabriela. Me sentei no sofá sob o olhar de Mari que continuou de braços cruzados batendo o pé no chão. - Não vou tentar explicar tudo o que aconteceu! Digo me vestindo. - Não precisa! e nem quero saber de nada, para mim tu ainda é uma mentirosa de uma figa- ela diz mexendo no celular. - Que bom que acha isso, se tu soubesse o que eu tive que fazer pra voltar pra cá. - Me poupe dos detalhes Gabriela, não quero saber, porra tu era minha amiga e mesmo assim não teve confiança em mim? - Eu não podia te meter nessa furada, se não ele ia te matar. - Tu sempre fala isso. - Falo! porque tu é uma das pessoas mais importantes pra mim, se tu quiser me perdoar bem e se não quiser não posso fazer nada, não me arrependo de nada do que fiz pra proteger quem eu amo- digo levantando. - Pra onde tu pensa que vai! - Eu vou atrás de Hugo. - Tu não vai sair daqui- ela simplesmente me puxou pelos cabelos e nós duas nos embolamos no chão e começamos a brigar. - Tá bom, tá bom sol
Continuação: Ele veio atrás de mim com gosto de gás e eu corri para a casa que ele tinha me prendido na primeira vez que vim para esse Morro, a chave eu escondia dentro do vaso de planta peguei e abri a porta e entrei e fiquei esperando até ele praticamente derrubar a porta. - Gabriela? ele entrou procurando por toda a casa e eu estava sentada no sofá. - Eu tô aqui!- digo, e ele ligou a luz e apontou a arma dele para mim. - O que ta fazendo aqui dentro? eu vou te matar Gabriela pela tua traição. - Hahaha traição? quem me traiu aqui foi tu, dando meu filho pra chamar aquela vadia de mãe. - A vadia que cuidou do teu filho! - Cuidou? eu vou matar ela pelo que fez com meu filho- digo. - Cala a sua boca!- ele disse colocando a arma na minha testa. - Tu pode me matar, mas me mata depois que eu dar um fim na vida daquela mulher, eu nunca vou te perdoar por deixar ela ter feito aquilo com o meu filho, se eu deixei ele com você foi porque eu confiei em ti- digo. - Para de m
Mari Narrando. Estava me produzindo para sair, já estava com bobes no cabelo e estava pintando a unha do pé até receber uma ligação e me surpreendi e fiquei muito alegre em saber que minha amiga estava viva e bem, mas nosso encontro não foi nada como eu esperava, Gabriela revelou que não é uma pessoa boa e quis acreditar que era tudo mentira até ela mesma me mostrar. Sair de lá do shopping já ligando para Hugo que como sempre ficou puto e como eu estava puta também sair igual uma louca pro Morro. - Como assim Gabriela? Bruno ficou chocado. - Tô dizendo! eu estava linda e plena me arrumando quando ela me ligou, e pediu pra que a gente se encontrasse depois de 2 anos pensei que ia abraçar minha amiga, mas ela apareceu com uma bomba- digo. - Onde essa vagabunda está? Hugo entrou quase louco na sala. - Eu não sei! ela apareceu e me ameaçou e ainda ameaçou o morro, tu e ainda disse que era pra a gente entregar o filho dela se não ela ia colocar esse morro abaixo, eu não acreditei
Gabriela Narrando. Rio de Janeiro eu voltei, voltei pra pegar o que é meu, meu filho espere que sua mãe vai te pegar de volta. - Espero que não faça nada que comprometa nosso plano- Yuri disse de uma forma debochada. - Cala a sua boca, e ver se não fale comigo- digo revirando os olhos para ele. - Calma senhora Gabriela! eu sei que tu é a primeira dama dos Milicianos de Carlos- ele começou a ri com a cara mais sinica do mundo. - Por isso mesmo! tu sabe o poder que tenho Yuri, o que acha se eu abrir minha boca e contar para Carlos os desvios que fez, pensou que eu não ia saber? eu aprendi tudo com Bruno ele me ensinou tudo sobre contabilidade e fiz questão de cuidar dessa parte pra Carlos, antes que queira me derrubar eu te derrubo também Yuri então fique na sua- digo saindo furiosa. - De que estavam falando? Carlos entra na sala. - Tu estava onde? pergunto. - Calma meu amor! eu estava vendo como vamos pegar meu filho. - Foi pegar nosso filho com outra mulher? tenho qu





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