Capítulo 149.
O medo é real, e doi.
[Interior – Base de Song, Coreia do Norte – Noite]
Celeste estava ajoelhada no chão frio do laboratório, as mãos cobertas de suor e tremores. O bebê dormia na sala ao lado, protegido por paredes de vidro e sensores. Mas dentro dela, o medo já crescia como um tumor.
Ela levantou devagar, sentindo o peso do próprio corpo, os joelhos trêmulos.
— Eu... preciso receber meu filho. — sussurrou. — E depois... entregar essa criança.
Caminhou até o espelho do banheiro