Capítulo 155
Até que a morte nos separe, ou até além dela
Seis meses depois
A mesa estava enfeitada com simplicidade e afeto. Um pequeno bolo branco, com o nome Kael escrito em letras douradas, reinava no centro, cercado por balões, fotos e brinquedos espalhados no chão da sala.
Era o primeiro aniversário dele. Um ano de vida.
Naia arrumava a camisa branca do filho com cuidado, enquanto ele batia palminhas e ria com a boca cheia de dentinhos minúsculos.
— Mamã! — ele disse de repente, com o de