Os dias que seguiram à batalha foram estranhos. Tudo parecia ao mesmo tempo lento e urgente. O ar tinha cheiro de terra revirada, de sangue ressecado e de flores cortadas antes do tempo. A mansão Montanari estava em silêncio, mas não era o silêncio da paz. Era o silêncio da perda, do luto e da promessa não dita de vingança.
Os muros que haviam sido destruídos. Estavam sendo erguidos de novo, pedra por pedra, sob vigilância constante. O portão principal, sempre imponente, agora retorcido como se