A quarta manhã na comunidade chegou com chuva.
Não a garoa tímida de São Paulo nem a tempestade dramática de Chicago era chuva amazônica, densa e generosa, que caía em cortinas e transformava o igarapé num espelho agitado e fazia a floresta inteira soltar um cheiro de terra e verde que entrava pela janela como coisa viva.
Kyara acordou com o som dela no telhado de palha e ficou deitada ouvindo por um tempo, sem abrir os olhos. A cama estava quente. Julyan estava acordado ela sabia pelo ritmo da