Dominic Bellandi
Chamei Augusto, Enzo, meu pai, Marco e Lucca para resolver aquela situação de uma vez. Eu queria Alina e já não fazia sentido fingir o contrário. O contrato tinha servido para convencê-la a ficar, só que a realidade era muito maior do que algumas cláusulas assinadas em uma mesa.
A brasileira tinha se tornado parte dos meus planos de um jeito que eu não esperava, e Augusto precisava entender que aquela história não terminaria em doze meses.
Entramos no escritório e cada um ocup