Alina Montserrat
Mavi estava impossível.
Já fazia quase vinte minutos que os homens tinham descido do escritório e ela continuava falando sem parar.
Passou por todos os assuntos possíveis, reclamou dos dias em que fiquei desaparecida, contou fofocas da família, falou da faculdade e, principalmente, sobre o quanto Lucca era absurdamente bonito.
Quando mencionei que, na minha última tentativa de fuga, tinha acertado um chute certeiro entre as pernas dele, minha prima levou a mão ao peito.
— Alina