ALINA MONTSERRAT
Permaneci imóvel sobre os lençóis, os olhos fixos na porta por onde Dominic havia desaparecido como um animal enfurecido. O eco do batido ainda ressoava nas paredes, e meu coração insistia em martelar contra as costelas em um ritmo frenético.
Perfeito. Agora, além de refém, eu estava emocionalmente desestabilizada por um mafioso italiano com a estabilidade mental de uma granada sem pino.
Estiquei o braço e puxei a sacola que ele arremessara com descaso. Ao abrir, encontrei um