Maya não respondeu mais nada naquele sábado.
E isso, por si só, já era uma resposta.
Ela passou a noite em silêncio ativo — não o silêncio de quem se esconde, mas o de quem observa. Jantou algo simples, tomou banho com calma e deixou o celular longe da cama. Não precisava dormir com o mundo na mão. Precisava descansar para sustentar o que viria.
Dormiu pouco, mas profundamente.
No domingo, acordou com a clareza intacta. Nenhuma mensagem nova. Nenhuma insistência direta. A família Alencastro sab