A semana começou com uma leveza estranha.
Não aquela leveza ilusória que antecede um desastre, mas a que nasce quando algo interno se estabiliza. Maya sentiu isso logo na segunda-feira, ao acordar sem o impulso automático de checar notícias, mensagens ou movimentações alheias. O dia não parecia uma resposta a ninguém.
Levantou-se cedo, tomou banho com calma e vestiu roupas simples, confortáveis. O apartamento provisório já não era um lugar de espera — tornara-se um ponto de apoio. E pontos de a