HADES AMBROGETTI
Paro o carro na entrada do beco. Daqui em diante, sigo a pé. Ajusto a arma na cintura, desço do carro e, imediatamente, três homens armados me encaram com curiosidade. Travo o carro e guardo a chave no bolso.
— Tá perdido, parceiro? — um deles pergunta, se aproximando, segurando a arma de um jeito que ele acha intimidador.
— Quero falar com o Marlon. — digo, direto. Ele ri, debochado.
— Ah, você quer, né? Aqui não funciona assim, malandro. O chefe chama você, não o contr