Mundo ficciónIniciar sesiónDAMIÁN ASHFORD
Chegámos às incubadoras, ele deu-me uma bata cirúrgica descartável e levou-me até à incubadora indicada. A menina era muito pequena e tinha sensores colados ao corpo. Ela se mexia como um gatinho com frio e fazia beicinho, ressentida pela ausência da mãe.
Ela tinha um cabelo preto cobrindo a cabeça. Tinha herdado o cabelo da mãe. Sentei-me ao lado dela e coloquei as mãos com cuidado. Quando ela me sentiu, os seus lábios pararam de tremer e os seus olhos se abriram um pouco. Eram claros, quase cinzentos, mas com pequenos brilhos azuis.
Sorri e chorei ao mesmo tempo. Era a minha panterinha. Uma versão pequena dela.
Deus... por favor, ajude-me.
Apertei-a contra o meu corpo e chorei, sem me importar com quem me visse. Desabei com a minha filha nos braços, porque não conseguia odiá-la, amava-a porque era o







