— Emma, é você, querida? — ouço a voz da minha mãe. Olho para o senhor William com os olhos esbugalhados.
— E agora? O que vamos fazer? Provavelmente você não trancou a porta. Se ela entrar no banheiro, o que eu vou falar para ela? — falo, amedrontada.
— Se acalma. Ela não vai vir para o banheiro — ele diz, tentando me tranquilizar.
Volto a respirar normalmente quando percebo que ela voltou a dormir.
— Eu já tomei meu banho — falo, saindo do box do banheiro.
Sinto o olhar dele queimar a minha p